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Premiada Startup inglesa, oferece série de produtos SAFE escalável com os mais altos níveis de segurança e a menor latência do mercado

A Sitehop, empresa inglesa especializada em segurança cibernética, com sede em Sheffield, Reino Unido, escolheu o Brasil para iniciar seu processo de expansão mundial na oferta de processamento de dados criptografadas com latência ultrabaixa (<1μs) para redes de nuvem e telecomunicações para datacenters, telcos e o mercado corporativo,. A empresa recebeu investimentos da NPIF-Mercia Investment e assim direcionou recursos para o crescimento também nos Estados Unidos, Índia e Norte da Europa.

“Estamos animados com nossa chegada no Brasil pelo grande potencial local, principalmente junto aos mercados de Infraestrutura de Comunicação e Conectividade”, diz Krister Almström, diretor de desenvolvimento de negócios. “Acreditamos que aqui centralizaremos nossa operação para outros países da América Latina”, acrescenta.

Os planos da empresa para o Brasil incluem escritório em São Paulo, parcerias com canais de distribuição em todo o país, contratação de funcionários e futuramente a construção de uma fábrica. “Nossa intenção é ganhar clientes de grande porte no primeiro ano de operação”, prevê Almström. “Nossa linha de produtos vai revolucionar o mercado brasileiro, pois vamos preencher uma lacuna importante no mercado de segurança”, acrescenta.

A Sitehop constatou que os atuais sistemas de criptografia de software tornam as redes de comunicação mais lentas, impactando em atraso ao sistema. Os fornecedores de infraestruturas de comunicações enfrentam a opção de incorrer em custos adicionais significativos, estabelecendo capacidade extra de fibra para minimizar a latência causada pela encriptação ou operar sem ela (criptografada), criando riscos empresariais elevados.

Com objetivo de superar esse desafio, a Sitehop lançou a série SAFE, produtos que fornecem às redes atuais e de próxima geração os mais altos níveis de segurança e a menor latência. Trata-se de hardware compatível com o protocolo IPsec com largura de banda full duplex de 200 Gbps com latência inferior a 1µs (<1 microsegundos) reduzindo a carga dos servidores de aplicativos a praticamente a zero. O hardware pode ser atualizado remotamente para aproveitar as atualizações mais recentes dos padrões de criptografia – sendo capaz também de equipar a plataforma com algoritmos personalizados.

Altamente escalável, a série SAFE permite que vários dispositivos possam ser usados​​para aumentar o volume de dados tratados, pois não ficam localizados em uma plataforma central. Ainda, a solução reduz drasticamente o consumo de energia elétrica comparado o mercado em geral, com desempenho superior em velocidade, segurança, escalabilidade e usabilidade.

A Sitehop será comandada no Brasil por Krister Almström, com mais de 30 anos de experiência na liderança de negócios internacionais nas áreas de TI, Segurança da Informação e Telecomunicações (Soluções Wireless), como também nos setores de fabricação de cabos e energia renovável.

Mundialmente a empresa está a cargo da CEO Melissa Chambers, que possui mais de 25 anos de experiência no cenário de tecnologia e startups. Melissa é bacharel em Matemática e Ciência da Computação pela Universidade de Salisbury, onde trabalhou na NASA antes do ingressar no setor privado.

 

Com oportunidade de contratação, o objetivo é fortalecer o mercado com especialistas para atender às demandas das empresas contra as ameaças. Parte dos formados poderão atuar na própria e-Safer ou no mercado de cibersegurança.

A e-Safer está inaugurando a sua Academia e-Safer para capacitar jovens em cibersegurança e fortalecer o mercado de trabalho com profissionais capacitados para atender às crescentes demandas das empresas na busca por profissionais destinados a apoiar na proteção do seu ambiente tecnológico contra as ameaças de cibersegurança.

A Academia e-Safer é uma iniciativa para atender à crescente demanda por profissionais de cibersegurança, impulsionada pela crescente dependência das organizações no uso de tecnologias digitais. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o Brasil tem uma demanda estimada em 797 mil profissionais de cibersegurança e entre os cargos mais solicitados estão analistas, engenheiros de segurança da informação, especialistas em testes de penetração, e profissionais de resposta a incidentes.

As aulas serão online e presenciais (na sede da e-Safer), com turmas de 8 a 10 participantes e 11 disciplinas para cobrir os conhecimentos em cibersegurança mais procurados pelo mercado. Outras competências vitais para o sucesso dos profissionais nos treinamentos também serão abordadas, tais como: ter iniciativa, saber se comunicar e trabalhar em equipe, resiliência, orientação a resultados e capacidade de inovar e buscar soluções para os desafios de sua profissão e atividades dentro das empresas. 

Os formandos receberão certificado e parte deles poderão ser contratados para trabalhar na e-Safer, que possui por exemplo, o Centro de Operações de Cibersegurança, um serviço da empresa que vem crescendo acima de 25% ao ano e que levou a empresa a buscar alternativa para aumentar a sua equipe, além de outras áreas da empresa.

"A escassez de mão de obra qualificada em nosso setor é crítica, e não se pode imaginar que o profissional já saia da faculdade com todo o conhecimento necessário para enfrentar a complexidade deste mercado. Isso exige muito tempo de aprendizado do profissional, além da dificuldade em encontrar conhecimento de qualidade, por esta razão, trazer essa oportunidade para esses profissionais será um diferencial para a iniciação em uma área de crescimento exponencial", afirma Eder Souza, CTO da e-Safer.


Os formandos com nota 7, ou mais, receberão certificado. As inscrições são gratuitas para estudantes da área de tecnologia com pelo menos 4 semestres de curso. Depois de realizar a inscrição, o comitê da e-Safer irá analisar os participantes e escolher os alunos.

As inscrições gratuitas podem ser feitas até o 03 de março 2024 às 23:59 na página da Academia e-Safer AQUI

 

 

Especialistas apontam para a necessidade da adoção de ações mais rápidas para detectar e responder às ameaças

Em um mundo cada vez mais digital, os ciberataques estão se tornando cada vez mais comuns e sofisticados, com os criminosos mais capacitados para executar suas ações contra os sistemas de dados e ter êxito na captura de informações vitais para as atividades das empresas. Os danos podem ser significativos,  incluindo perda de dados, interrupção das operações e até mesmo falência.

Os especialistas, Agnaldo Cyrillo, executivo de vendas da Lumu no Brasil, e Eder Souza, diretor de Tecnologia & Operações, e-Safer, apontam para a necessidade de ações mais rápidas para detectar e responder a quaisquer tipos de ameaças contra os sistemas de dados das organizações. Para eles, milissegundos na demora da resposta a ciberataques podem ser fatais para os negócios.

"Pode parecer pouco, mas alguns milissegundo podem representar uma eternidade quando o assunto é evitar que os atacantes penetrem na rede de sistemas de dados das empresas, imagine 10 minutos, como foi o caso do ataque do Mirai botnet em 2016", comenta Agnaldo Cyrillo. Naquele ano, a rede da Dyn, uma empresa de serviços de rede, sofreu um ataque que levou uma fração de segundo para acontecer, durou apenas 10 minutos e deixou milhões de pessoas sem acesso a sites e serviços populares, incluindo Twitter, Netflix e Spotify.

Para Eder Souza, não é suficiente apenas investir cada vez mais em novas tecnologias e na capacitação das pessoas. Para ele, é necessário ter velocidade na resposta às ameaças. "Sabemos muito bem que, às vezes, as empresas demoram alguns minutos para tomar uma decisão ou para entender um cenário e tomar uma primeira ação, o que pode representar um risco muito grande para o cliente. Até porque os atacantes hoje estão muito bem instrumentalizados e as suas ações são muito rápidas", afirma.

Para ambos os especialistas, outro grande desafio das empresas é que elas são apoiadas em pessoas para responder a todas as suas demandas de cibersegurança porque vários desafios que "estão ali orbitando no universo das pessoas, de conhecimento, amadurecimento técnico e tecnológico", aponta,  Agnaldo Cyrillo, que reforça a posição da Lumu Technologies, uma empresa com tecnologia patenteada e plataforma dedicada à análise e visibilidade de rede (NAV) que permite a identificação e bloqueio de ameaças nas redes de computadores e elevar a capacidade das organizações de garantir a proteção das aplicações de software e sistemas de dados em tempo real.

"A velocidade da resposta a um ciberataque é essencial para minimizar os danos. Se a empresa não conseguir responder ao ataque rapidamente, o invasor poderá ter tempo para causar mais prejuízos", acrescenta Eder Souza, da e-Safer, que oferecer a solução da Lumu incorporada ao serviço de SOC, um centro de operações de segurança que mantém uma equipe de profissionais altamente capacitados e equipados com ferramentas avançadas para monitorar e barrar os ataques contra os sistemas de dados de seus clientes de diversos segmentos da economia.

"Um ciberataque efetivado contra um sistema de pagamento pode roubar dados de cartões de crédito dos clientes e resultar em reclamações de clientes, queda de confiança na marca, além de multas regulatórias e até mesmo processos judiciais", alerta o CTO da e-Safer.

Cyrillo e Souza são categóricos: os milissegundos na demora da resposta a ciberataques podem ser fatais para as empresas, que precisam investir em medidas de segurança cibernética mais eficazes e ter planos de resposta bem definidos para mitigar os danos em caso de um ataque. Ambos apontam algumas medidas para que as organizações possam ter sucesso em suas práticas de cibersegurança:

- Investir em soluções de segurança cibernética, como firewalls, sistemas de detecção e resposta a incidentes e eventos de segurança;
- Treinar as equipes de todas as áreas da empresa no comportamento correto diante de mensagens de e-mail e páginas web - conhecidas ou não;
- Desenvolver um plano de resposta a ciberataques que estabeleça as responsabilidades de cada um dos funcionários em caso de um ataque;
- Contar com o apoio de empresas especialistas com experiência comprovada em em atividades de SIEM (Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança) e SOC (centro de operações de segurança);
- Praticar o plano de resposta a ciberataques regularmente;

"Muito se fala hoje em Zero Trust, o modelo de confiança zero que envolve a segurança em perímetro como estratégia de design e implementação de sistemas de TI. No entanto, afirmam Agnaldo Cyrillo e Eder Souza: "Sem a visibilidade do que está acontecendo nas redes de computadores e sistema de dados, as empresas não conseguirão atingir este objetivo".

 

A proteção patrimonial de residências, empresas e rastreamento veicular e plano de seguros podem ser oferecidos para os clientes dos provedores com a sua própria marca.