Não se compra software como se compra um caminhão


Guilherme Neves é o gerente de TI da MHA Engenharia, empresa de São Paulo que toca projetos em todo o país e possui uma vasta carteira de clientes que demandam projetos e mais projetos.

Nosso contato com ele foi  no evento de apresentação das novas funcionalidades do ERP CIGAM., adotado pela MHA para auxiliar na gestão de todos os projetos que a empresa “vende”. Foi neste evento que ele contou aos participantes que a empresa de trabalha com muitos engenheiros e que mesa dele é repleta de papéis e mais papeis. E plantas de obras. Projetos e projetos..

Para e ter uma idéia da necessidade de TI da MHA, ele conta que quando a empresa iniciou a busca por soluções alternativas para a gestão do negócio, o que se desejava era puramente a gestão de mão-de-obra. “A nossa moeda de troca é homem-hora todos os dias. A empresa fornece inteligência em várias áreas para projetos de construção de hospitais, shoppings, edifícios comerciais, indústrias no Brasil inteiro”, explica.

Por isso, o software de gestão de uma empresa de engenharia com a MHA deve levar em conta esta realidade. “Quando se falta em investimento em serviço é necessário muito cuidado porque o cliente não tem como medir o valor do serviço. As empresas não compram software como se compra um caminhão, ou  uma máquina. Cada Real ali é muito bem avaliado e um trabalho que tem quem ter um amadurecimento  para se concretizar esta venda”, conta Neves.

Guilherme Neves, tem 23 anos, formado em análises de sistemas e administração. E também é estagiário em Engenharia na empresa onde trabalha. Em seu departamento ele conta com 5 outros profissionais e a tecnologia maus usada é o AutoCAD. Sem falar no ERP, é claro.

Para este ano o principal projeto é a finalização da implantação do CIGAM e também da modelagem em 3D para a Engenharia. Também há estudos para a adoção da TI Verde.

Sobre o Brasil ser apontado como um país de grande futuro em TI, Neves ressalta que os sistemas são atualizados muito rapidamente e muitas vezes não dá tempo para que as pessoas possam se adaptar às ferramentas.

Sobre a atual crise, ele sentencia:

“A Engenharia de Projetos depende da demanda e investimentos. SE isso não acontece, o processo todo para”.

E Quais as dificuldades que mais encontra neste setor (TI)?

Guilherme Neves – A manutenção da tecnologia atualizada custo muito caro para as empresas prestadoras de serviços.

E quais as dicas que você dá para quem está começando nesta área agora?
Guilherme Neves – Conhecer uma tecnologia segura e ter visão de todo o processo.

E a sua vida fora da informática?

Guilherme Neves – Faço caminhada.