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Quase 100% das empresas não se sentem seguras online Print E-mail
Written by Equipe IT Portal   
Thursday, 09 October 2008 10:45
A Websense liberou esta semana o estudo Web@Work América Latina, que mostra o comportamento das pessoas nos ambientes de trabalho. E apenas 2% dos gerentes de tecnologia no Brasil consideram que a empresa onde trabalham está totalmente protegida na Internet. No relatório anterior, de 2007, este número girava em torno de 28%.

Para a Websence, outro número também preocupa: apenas 16% das pessoas nas empresas acreditam que crackers usam a web para contaminar os PCs com malwares. Para a empresa, o melhor seria que mais de 99% das pessoas acreditassem nisso. Isto porque, realmente os criminosos cibernéticos utilizam e criam  cada vez mais novas técnicas de ataques aos computadores, sejam os domésticos ou os corporativos.

Quando estão conectados à Internet, 68% das pessoas acreditam que o meio mais comum para a contaminação de um PC é o e-mail. Mesmo assim, 48% sentem-se totalmente protegidos nos equipamentos das empresas onde trabalham.

O relatório também constatou que das empresas brasileiras, 62% usam filtros de acesso online, porém 30% delas não sabem se o mecanismo ajuda efetivamente ou não na proteção. No México, o uso de filtros é maior, 90%. Apenas 14% das empresas não têm certeza de sua eficiência.

Informações confidenciais. O relatório confirma que há risco real de vazamento das informações confidenciais nos ambientes de trabalho: 34% de brasileiros enviaram documentos corporativos para seus e-mails pessoais para continuar trabalhando de casa, diz o estudo. Porém, o número de funcionários com este hábito, caiu 10% em comparação com 2007.

A comunicação entre colegas no ambiente de trabalho é feita por mensageiros eletrônicos por 93% das pessoas. Para uso pessoal, 7%. Apenas 16% dos gerentes de tecnologia se preocupam com o abuso de mensagens instantâneas.

O relatório é fruto de 600 entrevistas com empresas de no mínimo 250 funcionários do Brasil, Chile, Colômbia, Peru e América Central. Do total de entrevistados, 50% eram de várias áreas das empresas e a outra metade, gerentes de TI.
 

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