Segurança de IoT efetiva exige machine learning

Antigos modelos de segurança se baseiam no conceito de perímetro bem definido e no uso de ferramentas como assinaturas, regras e análises estatísticas. Embora esses modelos tenham fornecido um valor significativo por muito tempo, suas limitações se destacam pelo fato de que as violações de segurança em grande escala, criadas para evitar as defesas tradicionais, tornaram-se comuns nos últimos tempos.

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O cibercriminoso pode ser você!

Pode soar estranho a possibilidade de um crime virtual ser cometido por um usuário comum. Mais confuso ainda é pensar que nem todo cibercriminoso é um hacker, o que frustra a nossa falsa imagem daquele “bandido virtual” com touca escura, curvado em frente a um computador de forma atenta e frenética visando, impetuosamente, praticar crimes no mundo digital.

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Como identificar um potencial agente infiltrado?

Roubo de informações por um funcionário ou outros tipos de vazamentos de informações pessoais e confidenciais estão entre os crimes cibernéticos com maior nível de ocultação e menor índice de detecção.

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Fator humano: o principal componente da segurança da informação

A proteção de dados confidenciais nas empresas é baseada no componente técnico e no fator humano. De acordo com as últimas tendências de desenvolvimento da segurança da informação o foco passa a ser o indivíduo. Isto é evidenciado por tecnologias tais como: UEBA (User and Entity Behavior Analytics), UBA (User behavior analytics), SUBA (Security User Behavior Analytics) e outras ferramentas de análise de comportamento de usuários, que visam detectar ameaças presentes.

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Resolução nº 4.658 sobre a política de segurança cibernética

Com os avanços da tecnologia e crescente utilização de meios eletrônicos, o Banco Central do Brasil (BACEN) divulgou a resolução nº 4.658, de 26/04/2018, que regulamenta a política de segurança cibernética e requisitos para contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de computação em nuvem. A norma foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com o intuito de garantir mais segurança às operações das instituições financeiras.

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Vamos pensar em privacidade

Ainda que a sua empresa não esteja baseada em território Europeu, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que entra em vigor em maio de 2018, influenciará em algum nível a forma como lidar com as questões de privacidade. De maneira mais direta, se a sua empresa tem operação naquele continente ou se processa dados de cidadãos europeus, o regulamento já se aplica.

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GDPR: Transformar e inovar começa por cada um de nós

A governança da segurança da informação é um fator primordial não só para preservar os dados, mas envolve diretamente responsabilidades legais, gestão, qualidade, preservação das informações no ambiente organizacional, continuidade do negócio e, também, nossa vida pessoal.

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Como proteger as informações da empresa?

Segundo o Gartner, os gastos mundiais com segurança da informação superaram os US$ 86 bilhões. E em um ano, as empresas gastarão pelo menos US$ 93 bilhões para proteger seus dados.

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Preocupação com ciberativismo é maior em ano de Copa do Mundo e Eleições

O ano de 2018 é movimentado por dois eventos de ampla magnitude, a Copa do Mundo, entre junho e julho, e eleições presidenciais, em outubro. Com isso, surge a preocupação em relação aos ataques virtuais por parte de ciberativistas, que atacam sites e serviços digitais de empresas ou celebridades como forma de se manifestarem de maneira contrária aos acontecimentos – sejam eles apoiados ou não por essas organizações.

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A segurança dos dados além do ciberataque

Os dados são um dos ativos mais valiosos de uma organização. Com a análise e o cruzamento dessas milhares de informações é possível tomar as decisões mais adequadas em prol do crescimento das empresas. O aumento vertiginoso de dados gerados pelos negócios os tornam peças centrais no desenvolvimento das companhias e, portanto, protegê-los é imperativo.

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