Fator humano: o principal componente da segurança da informação

A proteção de dados confidenciais nas empresas é baseada no componente técnico e no fator humano. De acordo com as últimas tendências de desenvolvimento da segurança da informação o foco passa a ser o indivíduo. Isto é evidenciado por tecnologias tais como: UEBA (User and Entity Behavior Analytics), UBA (User behavior analytics), SUBA (Security User Behavior Analytics) e outras ferramentas de análise de comportamento de usuários, que visam detectar ameaças presentes.

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Resolução nº 4.658 sobre a política de segurança cibernética

Com os avanços da tecnologia e crescente utilização de meios eletrônicos, o Banco Central do Brasil (BACEN) divulgou a resolução nº 4.658, de 26/04/2018, que regulamenta a política de segurança cibernética e requisitos para contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de computação em nuvem. A norma foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com o intuito de garantir mais segurança às operações das instituições financeiras.

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Vamos pensar em privacidade

Ainda que a sua empresa não esteja baseada em território Europeu, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que entra em vigor em maio de 2018, influenciará em algum nível a forma como lidar com as questões de privacidade. De maneira mais direta, se a sua empresa tem operação naquele continente ou se processa dados de cidadãos europeus, o regulamento já se aplica.

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GDPR: Transformar e inovar começa por cada um de nós

A governança da segurança da informação é um fator primordial não só para preservar os dados, mas envolve diretamente responsabilidades legais, gestão, qualidade, preservação das informações no ambiente organizacional, continuidade do negócio e, também, nossa vida pessoal.

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Como proteger as informações da empresa?

Segundo o Gartner, os gastos mundiais com segurança da informação superaram os US$ 86 bilhões. E em um ano, as empresas gastarão pelo menos US$ 93 bilhões para proteger seus dados.

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Preocupação com ciberativismo é maior em ano de Copa do Mundo e Eleições

O ano de 2018 é movimentado por dois eventos de ampla magnitude, a Copa do Mundo, entre junho e julho, e eleições presidenciais, em outubro. Com isso, surge a preocupação em relação aos ataques virtuais por parte de ciberativistas, que atacam sites e serviços digitais de empresas ou celebridades como forma de se manifestarem de maneira contrária aos acontecimentos – sejam eles apoiados ou não por essas organizações.

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A segurança dos dados além do ciberataque

Os dados são um dos ativos mais valiosos de uma organização. Com a análise e o cruzamento dessas milhares de informações é possível tomar as decisões mais adequadas em prol do crescimento das empresas. O aumento vertiginoso de dados gerados pelos negócios os tornam peças centrais no desenvolvimento das companhias e, portanto, protegê-los é imperativo.

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Tarifa Branca dissemina uso da IoT em Utilities e acelera a busca pela segurança

O ano de 2018 começou com uma boa notícia. Com a chegada da Tarifa Branca ao Brasil, o consumidor de energia elétrica passa a ter a possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana: a Tarifa Branca é mais barata fora do horário de pico e mais cara durante esse período. Segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o consumidor doméstico ou corporativo que adotar o modelo Tarifa Branca poderá economizar entre de 10% a 20% na conta de luz.

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Comércio eletrônico: como evitar fraudes virtuais?

O e-commerce é um dos poucos segmentos que se manteve contra a maré nos anos de crise. Segundo dados da Ebit, somente no primeiro semestre de 2017, o setor faturou R$21 bilhões, um crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões.

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A segurança corporativa na era dos devices corporativos

O mercado de dispositivos apresentará crescimento na casa de milhões de unidades em todo o mundo nos próximos anos. Essa afirmação é apoiada por estudos que indicam a escalada da venda e utilização desses devices, tanto em casa quanto no trabalho. No Brasil, por exemplo, terminamos 2017 com a média de um smartphone por habitante, milhares deles sendo utilizados inclusive para atividades profissionais. Com esse cenário, uma tendência se firma cada vez mais: profissionais seguirão levando os seus dispositivos pessoais para o ambiente corporativo, consolidando a era do Bring Your Own Device (BYOD).

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