Multi-Cloud e Analytics: motor de crescimento do negócio digital

O ambiente Multi-Cloud veio para ficar. Segundo a pesquisa State of Application Delivery, da F5 Networks, feita com 3460 CISOs e CIOs, 80% das empresas já estão, em alguma medida, adotando o modelo Multi-Cloud. O quadro se completa com o relatório Gartner Predicts 2018: The Cloud Platform Becomes the Expedited Path to Value.

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Como criar o seu ambiente de trabalho digital

Impossível imaginar a nossa vida sem o uso do Wi-Fi ou do GPS. A grande culpada de tudo isso é a nova realidade digital que nos mostrou as vantagens de ter uma alta conexão para receber e enviar respostas rápidas - não temos tempo a perder - e a grande capacidade da mobilidade em nos tornar onipresentes - não podemos ficar parados.

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Digital Service Desk: a inovação está na simplicidade

O elo que sustenta processos, pessoas e TI está a simplicidade. Nunca um adjetivo teve tanto valor no mercado de inovações tecnológicas como tem agora diante da atual profusão de conceitos exaltados na era da Indústria 4.0. Mobilidade, inteligência artificial, robotização e machine learning são alguns dos mecanismos que vêm sendo propostos pelas empresas na elaboração de dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, de tomar decisões e de resolver problemas. Enfim, ter a sagacidade de ser inteligente se tornou uma vantagem competitiva para empresas de todos os segmentos.

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Três motivos para que os CIOs considerem o GDPR enquanto o prazo se aproxima

Com o prazo de adaptação ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation) da União Europeia chegando ao fim, os CIOs estão correndo para mitigar riscos de multa por não cumprirem com as exigências. GDPR é uma regulamentação que exige que as empresas protegam os dados pessoais e a privacidade dos cidadão europeus para todas as transações realizadas entre membros da União Europeia.

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Cinco etapas para que as empresas modernizem suas Infraestruturas de TI

Os líderes de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) devem estar alertas sobre a importância de planejar os ambientes de TI antes de iniciar aquisições. As empresas geralmente iniciam a modernização de suas infraestruturas de TI Bimodal gastando com novas tecnologias e talentos, quando, na realidade, deveriam antes avaliar, racionalizar e simplificar seus ativos e sistemas já existentes.

Em muitos casos, os líderes de I&O podem simplificar suas infraestruturas sem a necessidade de investimentos adicionais significativos em Capex (despesas de capital) ou Opex (despesas operacionais). Isso cria uma plataforma mais forte para avançar e investir com sabedoria para o posicionamento da TI no coração do crescimento dos negócios".

Até 2020, o Gartner prevê que 80% dos projetos de modernização ficarão aquém das metas de redução de custos devido a uma falha na simplificação e na resolução de uma complexidade que é desnecessária. Além disso, a medida em que os projetos irão efetivamente suportar novos investimentos, eles dependerão de quão bem o processo de simplificação e racionalização foi realizado. Essas e outras pesquisas sobre o tema serão apresentadas na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Gestão de Operações e Data Center 2018, que ocorre nos dias 03 e 04 de abril, em São Paulo.

O Gartner recomenda que os líderes de Infraestrutura de TI (I&O) sigam cinco etapas para alcançar resultados otimizados com a modernização da I&O nas organizações:

Etapa 1: Refaça seu inventário de servidores para solucionar a proliferação aleatória dos mesmos. As organizações nesta etapa possuem uma infraestrutura altamente ineficiente, marcada pela propagação aleatória de servidores, cujos sistemas foram adicionados com segurança para satisfazer às necessidades específicas das unidades de negócios ou para as quantidades de trabalho específicos. Os líderes de I&O devem abordar o tema, produzindo um inventário detalhado de recursos para, uma vez concluído o levantamento, conseguir informações necessárias para iniciar um processo de consolidação e racionalização.

A consolidação é uma redução no número de servidores físicos, enquanto a racionalização é a redução dos diferentes tipos de servidores. Ambos são aspectos importantes na simplificação da infraestrutura de TI. Mas, a racionalização é muitas vezes ignorada, embora os sistemas de TI mais complexos incluam soluções subutilizadas ou inadequadas. Consolidar sem racionalizar simplesmente perpetua funções desnecessárias em uma infraestrutura menos complexa.

Etapa 2: Desenvolva ferramentas e processos de gerenciamento comuns. Quando os recursos desnecessários tiverem sido removidos, será um bom momento para implementar uma governança que envolva toda a infraestrutura de TI, incluindo a rede definida pelo software, a infraestrutura de computação e o armazenamento. Isso pode permitir a medição do sucesso de todas as etapas seguintes.

Etapa 3: Reduza o número de locais comuns em uma infraestrutura. A partir deste ponto surgirão oportunidades para reduzir o número de espaços físicos na infraestrutura de TI, o que deverá diminuir os custos imobiliários, bem como simplificar a gestão e o abastecimento de informações. Muitas vezes, o processo envolverá o deslocamento do Data Center ou o reexame das reservas para as operações de automação integrada (lights out) e de gestão de escritórios remotos.

Etapa 4: Renove a infraestrutura por meio da consolidação da quantidade de trabalho e automação. Essa etapa pode ser complexa e o objetivo geral é reduzir ainda mais os recursos físicos ao aumentar a densidade e a eficiência da carga de trabalho (workload) de cada servidor. Normalmente, a virtualização é usada para que caibam mais tarefas em cada recurso físico e para reduzir o custo total de infraestrutura de TI. Este procedimento é um ótimo momento para identificar o workload e os processos que são bons candidatos para a automação e, com isso, aumentar ainda mais a eficiência da infraestrutura.

Etapa 5: Racionalize a variedade e o tipo de itens de sua infraestrutura. Com o número de recursos físicos reduzido, o próximo passo é racionalizar a quantidade e o tipo de recursos lógicos presentes dentro da infraestrutura das organizações. 

Inicialmente, essa última etapa é preocupante, principalmente, com a padronização de infraestrutura para um modelo comercial, pronto para o uso e geralmente alcançado com implementações e virtualizações definidas por software. Trata-se de um processo contínuo à medida que novas demandas corporativas são inseridas na infraestrutura de TI das organizações, fazendo com que os processos antigos e as cargas de trabalho dos servidores tornem-se redundantes.

(*) Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Robotização garante agilidade dos processos comerciais

Estamos em um momento em que tudo gira em torno da transformação digital, com as empresas tendo que sair definitivamente do modelo mecânico e manual de gestão. Por esse motivo, a Automação Robótica de Processos (ou RPA - Robotic Process Automation) é a tecnologia que está em maior evidência dentro desse conceito e, consequentemente, com tendência de crescimento significativo no mundo todo, segundo pesquisa global da Deloitte.

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