Artigo do Fornecedor

Tecnologia e Comunicação nas arenas multiuso

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail

Escrito por José Carlos Rodrigues da Silva (*)

Sem dúvida alguma, além das seleções e delegações esportivas, as grandes vedetes da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 serão os estádios, as arenas onde serão realizadas as competições.

Como grandes obras de engenharia – construídas, ampliadas ou completamente reformadas - esses locais também estarão no centro das atenções da mídia mundial, bem como dos milhares de torcedores brasileiros, e, logicamente, dos visitantes que estarão no País para acompanhar os torneios.

Entretanto, não basta erguer uma bela arena para que tudo funcione, satisfazendo as necessidades do público. É necessário oferecer mobilidade, conforto, segurança, organização e “experiências únicas” às milhares de pessoas e profissionais que estarão lá dentro. Para isso, é fundamental o uso intensivo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

As Copas e Olimpíadas recentes, em especial a Copa de 2006 na Alemanha e a Olimpíada de Beijing 2008, mostraram ao mundo o que a Tecnologia da Informação pode agregar às arenas esportivas, tornando-as, muito mais que palcos de partidas de futebol ou de disputas de atletismo, um espaço multiuso de longo prazo, que pode receber shows, espetáculos, exposições, congressos, entre outros tipos de eventos.

Nosso desafio - e também, nossa oportunidade -, como promotores dos dois maiores eventos esportivos em todo o mundo, é fazer com que todo o investimento que vem sendo feito nas arenas seja útil por décadas, seja um legado positivo. Para isso, um bom projeto de arena deve contemplar tecnologias modernas e seguras e que, ao mesmo tempo, preservem o investimento realizado, podendo suportar novas soluções ao longo dos anos, considerando inclusive custos com manutenção e a vida útil dos sistemas envolvidos. Temos que lembrar que só será válido se pudermos desfrutar de todo o legado por anos, após a Copa e Olimpíadas, e não somente como uma vitrine que irá aparecer para o mundo apenas no período dos eventos.

Indiretamente, esses espaços modernos que estão sendo criados, e que tem como principal objetivo sediar a realização de esportes, têm um caráter social importante, pois contribuem para o desenvolvimento regional em função do aumento do fluxo de turista, da criação de centros de lazer e treinamento, da atração de investimentos e da geração de empregos.

Para nós que ainda não temos por aqui uma arena com essas características, tudo isso pode até parecer algo por demais futurista ou irreal, mas não é. Toda essa tecnologia está disponível e pode ser implantada, mas para isso precisamos de bons projetos pensando no legado e não apenas, como é comum no Brasil, tratarmos o imediatismo.


(*) Gerente de projetos especiais da NetService


 

Entregabilidade, a palavra de ordem no e-mail marketing em 2012

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail

Escrito por Gabriela Terceiro (*)

Durante muitos anos, o e-mail marketing teve o estigma de ser um “tiro de sal”, aquele que espalha para todos os lados e não acerta nada efetivamente. A ideia era bem simples: enviar a campanha para o maior número de pessoas possível e torcer por algum retorno positivo.

Em 2010, o conceito de e-mail marketing começou a ser modificado, dando maior foco à segmentação dos disparos. Inclusive, com a consolidação do marketing digital, o e-mail marketing mostrou-se a ação do segmento mais realizada pelas empresas, alcançando 80% delas, segundo dados da Pesquisa Marketing Visão 360º daquele mesmo ano.

O conceito de segmentação ganhou tanta força, que durante todo o ano de 2011, quando se falava em e-mail marketing, automaticamente carregava a idealização de boas práticas no envio. As tais boas práticas são coisas bem simples, além da segmentação e conteúdo relevante, o e-mail marketing deve ser oportuno, bem quisto, pertinente e informativo.

No entanto, com tanta dinamicidade, a dúvida é: o que podemos esperar do e-mail marketing em 2012?

É simples. Após a segmentação e a adoção de boas práticas, o ano de 2012 será da entregabilidade. Cada vez mais as empresas se preocupam com a reputação na hora de entregar um e-mail marketing.

Certificações como a Return Path se fortalecem e ganham peso no Brasil. A Return Path identifica que o envio do e-mail marketing é feito por um remetente com boa reputação, aumentando a taxa de entregabilidade da mensagem eletrônica direto na caixa de entrada do destinatário.

A importância da boa reputação do servidor de e-mail marketing e do IP de envio deve ser levada à extrema máxima. Quando rebaixada a reputação do remetente, o impacto chega a ser inimaginável. Endereços caem na temerosa Black List e são diretamente direcionados para o lixo eletrônico, quando não acabam barrados instantaneamente.

Sendo assim, pensando em entregabilidade, reputação e boas práticas, cada vez mais as campanhas vão ganhando um caráter sério e segmentado, considerando conteúdo, templates e, principalmente, elaboração de um mailing list focado, especializado, atingindo o alvo pretendido com a campanha. Este será o ano de 2012. Este é o futuro e tão logo o presente do e-mail marketing.

(*) Analista de Marketing da ZipCode, empresa provedora de informações para marketing, crédito, cobrança e antifraude.

 

A importância do BI para o crescimento das empresas

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail

Escrito por Francisco Casella (*)

Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras.

Leia mais: A importância do BI para o crescimento das empresas

   

É hora de falar de negócios para vender TI

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail

Escrito por Luis Carlos Nacif (*)

Não é novidade para ninguém que, cada vez mais, a área de Tecnologia da Informação das empresas deixou para trás aquela imagem de ser um centro de custos, tornando-se parte de estratégia das companhias para alavancar negócios, ocupar nichos estratégicos de mercado e definir planos de longo prazo.

Leia mais: É hora de falar de negócios para vender TI

 

A dramática e indecisa novela do Registrador Eletrônico de Ponto

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail

Escrito por Roberto Mayer (*)

Desde a primeira publicação da Portaria nº 1.510, em agosto de 2009, que determinou a implementação do Registrador Eletrônico de Ponto (REP), já se passaram mais de dois anos.

Leia mais: A dramática e indecisa novela do Registrador Eletrônico de Ponto

   

Página 1 de 22

© IT Portal - 2007 | Tel: +55 11 2743-6722 | Fale Conosco | Política de Privacidade | Anuncie | RSS